Antes que o pobrezinho do blog fique esquecido e, assim como na sua primeira versão fique abandonado, não passando da terceira mensagem, lá vai um novo post.
As pessoas que me conhecem sabem que tenho um certo problema com ansiedade. Bem, esta semana acho que estou no meu teste de fogo. Nunca tive que esperar tantas coisas importantes acontecerem! Estava a pouco ouvindo uma música que tem uma frase um tanto quanto interessante: "Thinking of the way that the wind can turn the tide". Me flagrei pensando numa variação dela: "Thinking of the way I can turn the tide". Alguns amigos meus se espantariam caso lessem a próxima frase. A beleza da subjetividade está em se interpretar o que se quer, mesmo que esteja em total divergência com o pensamento do autor no momento da escrita.
A música em questão (não, não comentarei qual é) fala sobre algo nada a ver com a interpretação que eu tive. Na verdade, eu ainda não entendi o que o autor quer dizer, mas nem por isso deixei de pensar na maneira em que eu possa mudar a maré. A conclusão é muito mais subjetiva e discutível! Vejam, àqueles que me diziam um sr. razão, acho que precisaram rever seus conceitos (siimmm, estou revendo os meus).
Mudar a maré é algo que nem sempre é necessário, outras vezes é fundamental. Eu sempre tive dificuldades para andar no desconhecido. Algo que constuma facilitar bastante é fingir que conhecemos onde pisamos -- cuidado para não se frustrar. Em todas as grandes mudanças da vida, algo foi comum. Elas sempre aconteceram por si só, não interessava o quanto eu teimava ou tentava, elas aconteceram em suas devidas horas. Isso não é um "devemos nos acomodar", mas sim um "querer mudar é o primeiro passo e tem que ser dado".
Poucos minutos atrás conclui uma coisa. Uma vez assisti um filme que mais parecia uma comédia, mas no final das contas (acho que) era um romance. O filme basicamente mostrava o protagonista apaixonado por uma mulher que tinha problemas de memória. Foi bem engraçado ele a conquistando em um dia e, no seguinte, ela perguntando quem ele era. O grande barato foi ele tendo que conquistá-la todos os dias. A consequência foi uma só: Eles sempre estavam apaixonados. Minha conclusão: O que acaba com o amor é a convivência?
As pessoas que me conhecem sabem que tenho um certo problema com ansiedade. Bem, esta semana acho que estou no meu teste de fogo. Nunca tive que esperar tantas coisas importantes acontecerem! Estava a pouco ouvindo uma música que tem uma frase um tanto quanto interessante: "Thinking of the way that the wind can turn the tide". Me flagrei pensando numa variação dela: "Thinking of the way I can turn the tide". Alguns amigos meus se espantariam caso lessem a próxima frase. A beleza da subjetividade está em se interpretar o que se quer, mesmo que esteja em total divergência com o pensamento do autor no momento da escrita.
A música em questão (não, não comentarei qual é) fala sobre algo nada a ver com a interpretação que eu tive. Na verdade, eu ainda não entendi o que o autor quer dizer, mas nem por isso deixei de pensar na maneira em que eu possa mudar a maré. A conclusão é muito mais subjetiva e discutível! Vejam, àqueles que me diziam um sr. razão, acho que precisaram rever seus conceitos (siimmm, estou revendo os meus).
Mudar a maré é algo que nem sempre é necessário, outras vezes é fundamental. Eu sempre tive dificuldades para andar no desconhecido. Algo que constuma facilitar bastante é fingir que conhecemos onde pisamos -- cuidado para não se frustrar. Em todas as grandes mudanças da vida, algo foi comum. Elas sempre aconteceram por si só, não interessava o quanto eu teimava ou tentava, elas aconteceram em suas devidas horas. Isso não é um "devemos nos acomodar", mas sim um "querer mudar é o primeiro passo e tem que ser dado".
Poucos minutos atrás conclui uma coisa. Uma vez assisti um filme que mais parecia uma comédia, mas no final das contas (acho que) era um romance. O filme basicamente mostrava o protagonista apaixonado por uma mulher que tinha problemas de memória. Foi bem engraçado ele a conquistando em um dia e, no seguinte, ela perguntando quem ele era. O grande barato foi ele tendo que conquistá-la todos os dias. A consequência foi uma só: Eles sempre estavam apaixonados. Minha conclusão: O que acaba com o amor é a convivência?

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