Não há época melhor para escrever do que as férias!
(Na verdade, este post foi escrito no dia 4 de fevereiro, só indo ao ar hoje.)
Isso porque estamos tranquilos, em uma rotina totalmente diferente da cotidiana. Bom, escrevo de Florianópolis, onde estou desde terça de manhã, vulgo ontem.
Ontem o dia foi meio tenso. Estou viajando com um amigo meu que esta de mudança para cá, já que passou na UFSC. Ele havia reservado um quarto antes da viagem e, quando chegamos, não era bem o que ele esperava.
Corremos o dia todo atrás de telefones - detalhe, choveu o dia todo e estávamos de ônibus. No final da tarde resolvemos ir na Lagoa da Conceição, onde fomos recompensados com um suculento almoço (quase no horário da janta). Comemos uma deliciosa (e beeem barata) sequência de camarão, seguida de uma porção de lulas fritas.
O legal foi que, para chegar ao restaurante, tivemos que pegar um barco que navegou pela lagoa por quase uma hora. Hoje o tempo de uma boa melhorada, conseguimos ir na praia (alugamos um carro) e tiramos boas e engraçadas fotos, além de alguns videos cômicos.
Dentre um destes videos, ele me flagrou filosofando com a cabeça longe. Engraçado como é fácil resolver os problemas alheios, mas somos impotentes diante de algumas situações, onde tomamos atitudes baseadas em pontos futuros que podemos jamais vir a ligá-los. Estava lendo uma passagem em um livro que dizia o seguinte: "... escrever sobre o amor é difícil, porque esta palavra nem sempre designa realmente amor, sendo mais frequentemente usada como superlativo do afeto que se pode sentir por uma pessoa."
Este trecho é seguido por dois parágrafos beeem interessantes que completam a frase acima:
"... isso acontece porque a maioria, da forma como se vive hoje, não consegue amar realmente e supõe ser amor o gostar intenso e doloroso que lhe foi possível sentir por alguém."
"... O mais grave, entretanto, é o fato de as pessoas acreditarem tratar-se verdadeiramente de amor o gostar desmensurado. Em sua vida incompleta e insatisfatória, o possível, mas difícil amor pelos outros, é substituido pela afeição e dependência às coisas materiais."
Particularmente, acho genial este trecho acima, já fazendo valer o livro todo. Isso não é uma propaganda, mas o livro tem um nome intrigante: "Ame e dê vexame".
Como eu escrevi antes, resolver o problema dos outros é relativamente fácil. Por que será?
(Na verdade, este post foi escrito no dia 4 de fevereiro, só indo ao ar hoje.)
Isso porque estamos tranquilos, em uma rotina totalmente diferente da cotidiana. Bom, escrevo de Florianópolis, onde estou desde terça de manhã, vulgo ontem.
Ontem o dia foi meio tenso. Estou viajando com um amigo meu que esta de mudança para cá, já que passou na UFSC. Ele havia reservado um quarto antes da viagem e, quando chegamos, não era bem o que ele esperava.
Corremos o dia todo atrás de telefones - detalhe, choveu o dia todo e estávamos de ônibus. No final da tarde resolvemos ir na Lagoa da Conceição, onde fomos recompensados com um suculento almoço (quase no horário da janta). Comemos uma deliciosa (e beeem barata) sequência de camarão, seguida de uma porção de lulas fritas.
O legal foi que, para chegar ao restaurante, tivemos que pegar um barco que navegou pela lagoa por quase uma hora. Hoje o tempo de uma boa melhorada, conseguimos ir na praia (alugamos um carro) e tiramos boas e engraçadas fotos, além de alguns videos cômicos.
Dentre um destes videos, ele me flagrou filosofando com a cabeça longe. Engraçado como é fácil resolver os problemas alheios, mas somos impotentes diante de algumas situações, onde tomamos atitudes baseadas em pontos futuros que podemos jamais vir a ligá-los. Estava lendo uma passagem em um livro que dizia o seguinte: "... escrever sobre o amor é difícil, porque esta palavra nem sempre designa realmente amor, sendo mais frequentemente usada como superlativo do afeto que se pode sentir por uma pessoa."
Este trecho é seguido por dois parágrafos beeem interessantes que completam a frase acima:
"... isso acontece porque a maioria, da forma como se vive hoje, não consegue amar realmente e supõe ser amor o gostar intenso e doloroso que lhe foi possível sentir por alguém."
"... O mais grave, entretanto, é o fato de as pessoas acreditarem tratar-se verdadeiramente de amor o gostar desmensurado. Em sua vida incompleta e insatisfatória, o possível, mas difícil amor pelos outros, é substituido pela afeição e dependência às coisas materiais."
Particularmente, acho genial este trecho acima, já fazendo valer o livro todo. Isso não é uma propaganda, mas o livro tem um nome intrigante: "Ame e dê vexame".
Como eu escrevi antes, resolver o problema dos outros é relativamente fácil. Por que será?

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